4 ferramentas de gestão de qualidade para a sua empresa

4 ferramentas de gestão de qualidade para a sua empresa

Em um mercado agressivo cujos diferenciais competitivos precisam saltar a todo momento, as empresas buscam implantar ferramentas de gestão de qualidade para garantir um gerenciamento aprimorado por meio da reorganização de processos e reavaliação de planejamentos e sistemas.

O gestor que se interessa pelo setor da qualidade e procura meios para desempenhar a melhor performance possível terá sempre um conjunto de técnicas tradicionais e modernas à disposição. Entretanto, como saber qual a melhor alternativa?

No post de hoje, separamos quatro ferramentas de gestão de qualidade utilizadas com frequência no ambiente corporativo! Esperamos que você possa entender um pouco mais sobre as características de cada uma, comparando-as com os objetivos da sua empreitada.

Independentemente do tamanho da sua empresa, vale a pena ficar de olho nessas opções e trabalhar para revolucionar o setor da qualidade! Continue lendo!

1. Fluxograma de processos

Você, provavelmente, já viu ou ouviu falar da abordagem desse método em algum lugar. O fluxograma de processos é uma das ferramentas de gestão de qualidade mais repetidas entre as corporações que procuram criar uma sequência para as atividades.

Por meio de símbolos gráficos, é possível definir uma visualização muito mais apurada do funcionamento dos processos internos da empresa. Assim, fica mais fácil entender como os procedimentos são tomados e quais etapas podem beneficiar ou atrapalhar os fluxos.

As melhorias provenientes da documentação dos caminhos percorridos entre cada processo relevante são vistas com bons olhos na gestão da qualidade, uma vez que proporcionam aumento da produtividade e amplitude das cadeias em funcionamento.

Caso você deseje implementar essa ferramenta em sua empresa, não precisa se preocupar com a obrigatoriedade de inserir todos os símbolos padronizados pela metodologia. Basta utilizá-los de acordo com a realidade das suas tarefas, lembrando de encaixar as melhores representações para as ações e momentos do processo.

Dentre os benefícios da incorporação do fluxograma na sua empresa, você poderá desfrutar de:

  • melhoria no entendimento dos processos;
  • documentação das etapas requeridas para o desenvolvimento de atividades;
  • padronização dos processos;
  • sequenciamento e interação entre as atividades;
  • mapeamento de falhas nos processos;
  • melhoria na gestão da informação;
  • compartilhamento compreensível dos dados entre os colaboradores.

2. Diagrama de Ishikawa

O diagrama de Ishikawa é uma das ferramentas de gestão de qualidade mais tradicionais, muito empregada no mundo inteiro. O método tem o objetivo de detectar as causas de problemas — identificando seu foco específico — e definir soluções para erradicar cada uma delas.

O seu design gráfico lembra uma espinha de peixe, nome popular da ferramenta, que também é conhecida como diagrama de causa e efeito ou diagrama 6M.

O diagrama de causa e efeito foi desenvolvido pelo engenheiro japonês Kaoru Ishikawa, que se dedicou a desenvolver uma metodologia de gestão com o objetivo de gerar melhor qualidade e eficiência nos processos organizacionais.

O diagrama de Ishikawa apresenta versatilidade para solucionar problemas empresariais de naturezas distintas, tais como:

  • logística, para saber qual é a causa de as entregas atrasarem;
  • vendas, para levantar o motivo de determinado produto não vender mais;
  • produtividade, para descobrir por qual razão a equipe do turno da noite produz metade do que as equipes dos outros turnos;
  • finanças, para saber o que provocou a queda da lucratividade.

Percebeu como é inúmera a abrangência de uso do diagrama de causa e efeito? Basta ter a predisposição de refletir sobre a causa raiz do problema para descobrir a sua origem.

3. Análise SWOT

Em inglês, a sigla SWOT agrupa as palavras Strengths, Weakness, Opportunities e Threat. Em português, a tradução dessas palavras monta a abreviação FOFA: forças, oportunidades, fraquezas e ameaças.

Essa metodologia trabalha para ampliar a visão dos gestores em relação às situações que impactam o negócio, sejam internas, sejam externas. Ao obter um diagnóstico corporativo, é possível adquirir:

  • firmeza na tomada de decisões;
  • antecipação dos movimentos externos;
  • compreensão mais apurada dos concorrentes;
  • alternativas de ação.

Colocar essa metodologia em prática não é assunto tão complexo. Você só precisará entender a essência da análise e saber como mapear os ambientes.

Por conta da fácil implementação, a análise SWOT é uma das ferramentas de gestão mais repetidas em empresas de diversos portes e segmentos por empreendedores e líderes preocupados com uma ambientação segura antes de tomar importantes decisões.

A análise SWOT pode ser usada em qualquer momento em que seja necessário fazer uma escolha. O exercício de identificar as oportunidades e as ameaças de mercado posiciona o gestor diante de um caminho de expansão e de retração.

Feito isso, ao mapear as forças e fraquezas que atrapalharão esses caminhos, é possível definir um planejamento estratégico com base nas medidas que serão tomadas para potencializar ou anular os fatores encontrados.

4. Ciclo PDCA

A sigla PDCA é a abreviação das iniciais de cada etapa em inglês: Plan, Do, Check e Action (planejar, fazer, checar e agir). Utilizado para melhorar a eficiência dos processos em empresas de diversos portes e segmentos, o ciclo PDCA também facilita as tomadas de decisão.

O método possibilita o controle das atividades em prol da redução das chances de erros, ajudando a clarear os procedimentos e trazendo mais compreensão das etapas que envolvem a gestão da qualidade nas empresas.

O ciclo PDCA é prático e simples, consistindo nas seguintes etapas:

  • Plan (planejamento) — o primeiro passo é definir as metas e objetivos para alcançar os objetivos determinados;
  • Do (execução) — com o planejamento definido, é hora de colocá-lo em execução. Para isso, é necessário mapear os processos, abrindo caminho para a análise e verificação posterior dos resultados;
  • Check (verificação) — nessa fase, analisam-se os resultados obtidos quanto às diferenças alcançadas, o sucesso das implementações e os possíveis registros de desvio de qualidade;
  • Action (ação) — a última etapa consiste nas ações desempenhadas em cima das falhas e resultados negativos detectados, dando início a um novo ciclo.

Compreender as mudanças do mercado é estar sensível às técnicas e metodologias tradicionais e modernas, entendendo como elas se relacionam entre si para assegurar ganhos palpáveis para a qualidade dos processos nas organizações.

Quanto mais você puder entender sobre as ferramentas de gestão de qualidade disponíveis, mais preparado estará para garantir a satisfação nos procedimentos qualitativos da sua empresa. Que tal saber mais sobre o diagrama de Ishikawa? Temos um artigo específico para falar dessa metodologia!

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